sábado, 27 de junho de 2020

Egito Atual: Hurghada: templos de Luxor e as praias no leste do Egito

Uma das vantagens de morar na Europa é, sem sombra de dúvida, o leque de possibilidades que se abre em termos de novas pessoas a se conhecer, culturas a serem experimentadas, idiomas a serem aprendidos e viagens a serem feitas :)

A oferta de voos low cost – não apenas continentais mas também para países na África e Ásia – são irresistíveis para quem gosta de viajar como eu.
Karnak: um dos maiores templos do mundo, construído por 18 séculos, desde 2200 aC

Depois de anos de vivência e muitas viagens por aqui, decidi passar a buscar destinos mais exóticos e distantes. Quanto maior o choque cultural, melhor. E foi com essa ideia na cabeça que decidi, no fim do verão, conhecer o Egito.

Além de representar uma última chance de aproveitar o sol antes do rigoroso inverno alemão, o país oferece preços muito em conta, além de uma culinária rica e variada e experiências interessantes com a religião predominante, muçulmana, e o idioma árabe, indecifrável para quem está acostumado com línguas latinas ou o inglês.
Egito: mapa da região de Cairo a Hurghada

Na hora de decidir o roteiro, que infelizmente teria que ser de apenas uma semana em função das férias, optei por deixar Cairo para uma outra vez e conhecer Hurghada, uma cidade repleta de resorts na costa do Mar Vermelho e de onde se poderia visitar Luxor, onde ficam os principais templos e tumbas egípcias de milhares de anos atrás.

Um rápido passeio pela cidade confirmou muitos dos estereótipos que eu tinha do povo árabe e do Egito de uma forma geral.Hurghada: praia no Mar Vermelho

Os egípcios são, como é da tradição árabe, comerciantes dos mais insistentes. É preciso ter paciência com abordagens a cada 10 segundos oferecendo fotos com camelos, tecidos, souvenirs, comida e tudo mais.

O clima é perfeito para quem gosta de sol e praia. Inclusive, algo que realmente me impressionou foi o fato de eu não ter visto, em nenhum dos sete dias de estadia, uma única nuvem no céu. Ou seja, bom tempo garantido para turistas como os muitos europeus que visitam este paraíso durante todo o ano!Templos egípcios em Luxor

As praias, como se pode imaginar, são paradisíacas. A água azulada e muito agradável, em torno dos 25 graus, combinada com o céu sempre azul e um vento constante são uma garantia de bronze (ou, para a maioria dos que lá estavam, aquele conhecido tom avermelhado típico dos europeus quando se metem a ir à praia sem protetor solar).

Um único porém são algumas pedras que se misturam à areia, tornando necessária a utilização de sandálias específicas para banho, coisa desconhecida de quem está acostumado com as praias de areias finas brasileiras – mas comum em destinos como Malta.Passeio de barco no Rio Nilo

A cidade de Luxor, no entanto, infelizmente confirma mais um estereótipo de qualquer localidade africana: o da pobreza. Muito lixo e entulho espalhados pelas ruas, construções erodidas pelo castigo do clima árido do deserto, além de péssima infraestrutura. Sinais de que o passado próspero daquele lugar realmente está há milênios de distância.

Voltando para as coisas boas, visitar pontos turísticos como o Vale dos Reis e o Vale das Rainhas, onde estão as tumbas de Faraós que reinaram há 6 ou 7 mil anos é uma experiência impressionante.Templos de Luxor: história do Egito

Apesar do calor literalmente saariano e das agressivas condições climáticas destes locais (que deixariam com saudades qualquer carioca reclamando do verão) o tempo não destruiu corredores, cemitérios subterrâneos e passagens secretas.

Os hieróglifos egípcios nas paredes, que contam histórias de reinados e civilizações aos que os sabem decifrar, mantêm cores fortes apesar de todo este tempo, sem a necessidade de restauração.Ramesseum: sala hipostila do templo de Ramses II

Templos como os de Ramsés II, Ramsés III e Karnak desafiam turistas a imaginar como era possível, tantos milênios atrás, realizar projetos arquitetônicos tão complexos. Obeliscos, estátuas, pilastras, esfinges e outros monumentos deixam de queixo caído qualquer visitante que tenha o mínimo de interesse em história.

Um rápido passeio guiado de barco no rio Nilo, infelizmente, acabou com a minha esperança de ver um dos famosos crocodilos, que por séculos aterrorizaram a população local. Aparentemente, durante o processo de urbanização na década de 1960, a espécie acabou sendo extinta de lá. O que ficou foi apenas um rio largo, com águas bem escuras. Admito que, apesar do calor, ainda assim senti alguns calafrios.

ARTE E TECNOLOGIA EGÍPCIA – TEMPLO DE KARNAK

Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara


O nome Karnak origina-se de uma aldeia vizinha chamada El-Karnak, no entanto, para os antigos egípcios o agrupamento de templos era conhecido como Ipet-sut.
O conjunto de prédios conhecido como Complexo do Templo de Karnak é formado por um vasto aglomerado de templos, capelas, pilares e muitos edifícios com as mais variadas funções religiosas e civis.

Sua construção iniciou no reinado Senusret I, no Médio Império Egípcio e continuou até o período ptolomaico, embora a maioria dos prédios existentes datem do Novo Império. O Médio Império começou por volta de 2.000 a. C., com a coroação de Amenhemet I, que inaugurou a XII dinastia dos reis das planícies do Nilo.

O Novo Império Egípcio inicia por volta de 1550 a.C. e termina em 1070 a.C. Inclui a XVIII, XIX e XX dinastias, que governaram a partir capital da cidade de Tebas. O Império Novo começa com a expulsão dos Hicsos, um povo semita que se tinha fixado na região do Delta e que tinha usurpado o poder. Ahmés (ou Amósis), primeiro rei da XVIII completou a tarefa de expulsão do Egito desse povo invasor.

O Período Ptolomaico da história egípcia é o mais próximo da era cristã. Começa em 305 a. C, quando um general do imperador Alexandre Magno, Ptolomeu I Sóter, torna-se rei do Egito e se estende até o ano 30 a. C., momento em que Cleópatra é deposta pelos exércitos romanos e o Egito é posto sob o domínio de Roma.

Esse conjunto de templos faz parte da monumental cidade de Tebas que se torna a nova capital do Egito. No Antigo Império Egípcio, a capital era Mênfis, situada na margem ocidental do Nilo, ou seja, na margem esquerda, no sentido em que o rio corre em direção ao Mar Mediterrâneo. De Mênfis, situada no baixo Nilo, próxima do delta, há pequenas ruínas. Próximas a ela estavam as três grandes pirâmides e a grande esfinge.

A capital do Médio Império Egípcio era Tebas, situada no alto Nilo, distante acima, da antiga Mênfis. Pois nessa cidade estava o conjunto de templos de Karnak e também o templo de Luxor.
O complexo é um grande museu ao ar livre. Acredita-se que seja o segundo local histórico mais visitado no Egito; apenas abaixo do conjunto das Pirâmides e a Esfinge de Gizé, perto do Cairo. É composto de quatro partes principais, das quais apenas a maior é atualmente aberta ao público em geral. O termo Karnak muitas vezes é entendido como sendo a Delegacia de apenas Amon-Rá, porque esta é a única parte que a maioria dos visitantes pode ver. As outras três partes, a Delegacia de Mut, deusa do antigo Egito, localizada perto de Luxor a Delegacia de Montu, deus do antigo Egito, também próxima a Luxor e as estruturas do templo de Amenhotep IV, antigo faraó, estão fechados ao público. Há também alguns templos e santuários que ligam os arredores de Mut, a Delegacia de Amon-Rá, e o menor Templo de Luxor.

A Delegacia de Mut é muito antiga, sendo dedicada a uma divindade da Terra e da criação, mas ainda não restaurada. O templo original foi destruído e parcialmente restaurado por Hatshepsut.
A principal diferença entre Karnak e a maioria dos outros templos e locais no Egito é o período de tempo durante o qual ele foi desenvolvido e usado.

Aproximadamente trinta faraós contribuíram para os edifícios, permitindo-lhe atingir uma dimensão, a complexidade e diversidade não vista em outros lugares. Algumas das características individuais de Karnak são únicas.

Um aspecto famoso de Karnak é o hipostilo da delegacia de Amon-Rá, uma área de salão de 50.000 pés quadrados (5.000 m 2) com 134 colunas maciças dispostas em 16 linhas. Destas colunas, 122 são 10 metros de altura, e as outras 12 são 21 metros de altura com um diâmetro de mais de três metros. Hipostilo é uma palavra de origem grega cujo significado é "teto sustentado por colunas. É uma grande sala com colunas que sustentam o teto. Os templos egípcios eram construídos nesse estilo com tetos compostos por vigas de pedra inteira que cobriam as salas. Os vãos que surgem entre as colunas são chamados de naves.

As arquitraves em cima dessas colunas são estimadas a pesar 70 toneladas. Estas arquitraves podem ter sido levantadas a estas alturas, usando alavancas.

Este seria um processo extremamente demorado e também exigiria grande equilíbrio para chegar a tais grandes alturas. Uma teoria alternativa comum a respeito de como elas foram transferidas é que grandes rampas tenham sido construídas com areia, lama, tijolo ou pedra e as grandes pedras foram então rebocadas para cima das rampas. Se pedras foram usadas como rampas, eles teriam precisado de muito menos material. Para chegar ao topo das rampas, presumivelmente teriam empregado ora faixas de madeira ora pedras para rebocar os megalitos.
O fato é que os templos aí estão, como se pode ver nas imagens abaixo:

































PIRÂMIDES NO EGITO, A HISTÓRIA PERDIDA E SECRETA DOS SUBTERRÂNEOS EM GIZÉ



Pirâmides no Egito, a história perdida e secreta dos subterrâneos em Gizé-final
Posted by Thoth3126 on 08/05/2019


A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito.
A cidade subterrânea e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé – Parte 2, final

“O Planalto de Gizé – e a antiga cidade do Cairo são atravessados por passagens subterrâneas, eixos, cavernas, lagos naturais, câmaras e até uma cidade dentro de uma imensa caverna natural que contêm artefatos surpreendentes, mas as autoridades egípcias ainda não estão prontas para revelar estes antigos segredos para o público em geral”

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito e da Esfinge. Cidade e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé. 

Por Tony Bushby, extraído do capítulo 8 de “O Segredo da Bíblia” de Nexus Magazine abril-maio de 2004 

Pirâmides no Egito, a história perdida e secreta dos subterrâneos em Gizé-Parte 2 e final
Arqueólogos fizeram outra grande descoberta na época:

Cerca de metade do caminho entre a Esfinge e a Pirâmide de Quéfren foram descobertos quatro enormes poços verticais, cada um com cerca de oito pés (2,40 metros) quadrados, levando para baixo através do sólido calcário.

É chamado de “Tumba de Campbell” pelos maçônicos e Rosacruzes, e “que o enorme complexo”, disse o Dr. Selim Hassan,” termina em um salão espaçoso, no centro do qual estava um outro eixo que descia a um outro salão também espaçoso ladeado com sete câmaras laterais “.

Algumas das câmaras continham enormes sarcófagos selados de basalto e granito, com 18 pés (5,40 metros) de altura. A descoberta foi mais longe e também descobriram que, em uma das sete salas havia ainda um terceiro veio vertical, descendo profundamente para uma câmara mais abaixo. Na época de sua descoberta, ele foi inundado com água que parcialmente encobriu um sarcófago branco branco. Essa câmara foi chamada de o “Túmulo de Osíris”, e foi mostrada sendo “aberta pela primeira vez” em um documentário de televisão produzido em março 1999.




Embora originalmente tendo explorado esta área em 1935, o Dr. Selim Hassan disse:

Estamos na esperança de encontrar alguns monumentos de importância depois de limpar esta água. A profundidade total destas séries de eixos é superior a 40 metros, ou mais de 125 pés … No curso de limpar a parte sul do subterrâneo, foi encontrada uma cabeça muito bonita de uma estátua que é muito expressiva em todos os detalhes do rosto.

De acordo com uma reportagem de jornal independente, a estátua era um busto esculpido excelente da rainha Nefertiti, descrita como “um belo exemplo de um tipo raro de arte inaugurada durante o reinado do faraó Amenhotep (Akhenaton)”. O paradeiro da estátua ate hoje é desconhecido.

O relatório também descreve outras câmaras e salas enterrados sob as areias, todos interligados por passagens secretas e ornamentados. O Dr. Selim Hassan revelou que não havia apenas os salões e câmaras internas e externas, mas eles também encontraram uma sala por eles chamada de “Capela de Oferendas“, que tinha sido cortado em um enorme e sólido afloramento de rocha, entre a Tumba de Campbell e a Grande Pirâmide.



No centro da capela estão três enormes pilares verticais que estão colocados numa disposição triangular. Esses pilares são pontos altamente significativos neste estudo, pois a sua existência está registrada na Bíblia. A conclusão é que Esdras, o escritor que começou a escrever a Torá (cerca de 400 aC), sabia o layout das passagens subterrâneas e as câmaras de Gizé, antes que ele escrevesse a Torá.

Esse projeto subterrâneo foi provavelmente a origem do layout de forma triangular em torno do altar central em uma loja maçônica. Em Antiguidades dos Judeus, Josefo, no primeiro século, escreveu que o famoso Enoch do Antigo Testamento construiu um templo subterrâneo com nove câmaras. Em uma caixa forte dentro de uma câmara com três colunas verticais, ele colocou um tablete de forma triangular feito de ouro nele inscrito o nome absoluto da Divindade ( de Deus ).

A descrição das câmaras de Enoque é muito semelhante à descrição da Capela de Oferendas sob a areia a leste da Grande Pirâmide.

Uma ante-sala bem parecida com uma câmara de sepultamento, mas “sem dúvida, uma sala de recepção para iniciações”(5) foi encontrada em local mais alto mais perto do planalto da Grande Pirâmide e na extremidade superior de uma passagem inclinada, em um corte profundo na rocha bruta no lado noroeste da Câmara de Oferendas (entre a Câmara de Oferendas e da Grande Pirâmide). No centro da câmara existe um sarcófago de 12 pés (3,60) metros de comprimento feito de puro calcário branco Turah e um conjunto de vasos finos de alabastro.



As paredes são lindamente esculpidas com cenas, inscrições, símbolos e uma emblemática e particular flor de lótus. As descrições dos vasos de alabastro e da emblemática e tão simbólica flor de lótus têm paralelos notáveis com o que foi encontrado no templo-oficina sobre o cume do Monte Sinai / Horeb por Sir William Petrie, em 1904. Salas subterrâneas adicionais, câmaras, templos e corredores foram descobertos, alguns verticais com colunas circulares de pedra de apoio, e outros com esculturas de figuras de deusas nas paredes vestidas em delicados e bonitos trajes.

O relatório do Dr. Selim Hassan descreve outras figuras esculpidas magnificamente e muitos frisos lindamente coloridos. Fotografias foram tiradas e um autor e pesquisador que as viu, o Rosacruz H. Spencer Lewis registrou que ele estava “profundamente impressionado” com as imagens. Não se sabe onde os espécimes raros de arte e relíquias estão hoje, mas alguns rumores dizem que podem ter sido contrabandeados para fora do Egito por colecionadores particulares.

As informações acima são apenas algumas contidas no extenso relatório do Dr. Selim Hassan que foi publicado em 1944 pela Imprensa Oficial, do Cairo, sob o título de As escavações de Gizé (10 volumes). No entanto, isso é apenas um mero fragmento de toda a verdade sobre o que está enterrado sob as areias da área das pirâmides. No último ano de retirada da areia, os trabalhadores fizeram a descoberta (de uma cidade subterrânea completa) mais impressionante que chocou o mundo e atraiu a cobertura da mídia internacional.



“A Cidade” no fundo de enormes cavernas naturais

Arqueólogos responsáveis pela descoberta ficaram “perplexos” com o que tinham descoberto, e afirmaram que a cidade era a mais bem planejada que eles já tinham visto. Ela estava repleta de templos, residências pintadas em tons pastel com motivos camponeses, oficinas, estábulos e outros edifícios, incluindo um palácio. Completa com hidrovia hidráulica subterrânea, tinha um sistema de drenagem perfeito juntamente com outras amenidades modernas. A questão intrigante que surge dessa descoberta é: onde está localizada a cidade hoje?

A sua localização secreta foi revelada recentemente a um grupo seleto de pessoas que receberam permissão para explorar e filmar a cidade. Ele existe em um sistema enorme de caverna natural abaixo do planalto de Gizé, que se estende na direção leste rumo ao Cairo. A sua entrada principal é por dentro da Esfinge, com escadas cortadas em pedra que levam até a enorme caverna existente escavada na rocha abaixo do rio Nilo.

A expedição realizou-se com geradores elétricos e botes infláveis e viajou ao longo de um rio subterrâneo que levou a um lago com um quilômetro de largura. Nas margens do lago se aninha a cidade, com iluminação permanente sendo fornecida por grandes bolas cristalinas estabelecidos nas paredes da imensa caverna e no teto. A segunda entrada para a cidade encontra-se em escadaria que leva para um porão da Igreja Copta do Cairo antigo (bairro Babilônia). Desenhos a partir de narrativas de pessoas “que vivem na Terra” dada nos livros do Gênesis, Jaser e Enoque, é possível que a cidade foi originalmente chamada pelo nome Gigal.

Filmagens da expedição foram efetuadas e um documentário chamado Câmara Profunda foi feito e, posteriormente, mostrado para audiências privadas. Ele foi originalmente planejado para ser liberado para o público em geral, mas por algum motivo ele foi retido em segredo. Um objeto esférico e multifacetado cristalino do tamanho de uma bola de beisebol foi trazido da cidade, e sua natureza sobrenatural foi demonstrada em uma recente conferência na Austrália. Profundamente inscritos dentro do objeto sólido estão vários hieróglifos que lentamente se movimentam e viram como as páginas de um livro sendo folheado, quando mentalmente solicitado por quem detém o objeto.




Esse item notável revelou uma forma desconhecida de tecnologia e foi recentemente enviado para a NASA nos EUA para análise. documentos históricos registraram que, durante o século 20, as descobertas surpreendentes não relatadas ainda nos dias de hoje foram feitas em Giza e na Península do Sinai, e rumores no Egito da descoberta de uma outra cidade subterrânea dentro de um raio de 28 milhas da Grande Pirâmide abundam. Em 1964, mais de 30 cidades subterrâneas multiniveladas foram descobertas no antigo reino turco de Capadócia .

Uma só cidade continha enormes cavernas, salas e corredores que os arqueólogos estimam que suportariam até 2.000 famílias, oferecendo facilidades de vida para cerca de 8.000 a 10.000 pessoas. A própria existência desses locais constitui evidência de que muitos desses mundos subterrâneos jazem à espera de ser encontrados abaixo da superfície da Terra EM TODOS OS CONTINENTES.

As escavações de Gizé revelaram corredores e caminhos e rotas subterrâneos, templos, sarcófagos, salas e uma cidade subterrânea interconectada, passagens subterrâneas ligadas a Esfinge e às Pirâmides, tudo isso é mais um passo para comprovar que todo o complexo é cuidadosa e especificamente um gigantesco projeto muito bem pensado e executado.

Desmentidos oficiais

Por causa das escavações do Dr. Selim Hassan e as técnicas modernas de vigilância do espaço, os registros e as tradições das antigas escolas de mistérios egípcias que pretendem preservar o conhecimento oculto e secreto do planalto de Gizé, foram todos confirmados e elevados para o mais alto grau de aceitabilidade. Entretanto, um dos aspectos mais intrigantes da descoberta de instalações subterrâneas em Gizé é a repetida negação de sua existência pelas autoridades egípcias e instituições acadêmicas e seus eruditos.

Tão persistente são suas refutações que as afirmações de escolas de mistério foram postas sempre em dúvida pelo público em geral e eram suspeitas de serem fabricadas, a fim de mistificar os visitantes para o Egito. A atitude escolástica dos “eruditos” (que servem aos “mestres” que controlam o atual paradigma moribundo) é bem exemplificada e caracterizada por uma declaração pública da Universidade de Harvard em 1972:




Ninguém deve prestar atenção às reivindicações absurdas em relação ao interior da Grande Pirâmide ou as passagens previstas e templos e salões subterrâneos ainda a serem escavados sob a areia no planalto de Gizé, nas Pirâmides, feita por aqueles que estão tão associados aos chamados cultos secretos ou sociedades de mistério do Egito antigo e do Oriente.

Essas coisas só existem na mente dos que procuram atrair os buscadores de mistérios, e quanto mais se negar a existência desses fatos, mais o público é levado a suspeitar que estamos deliberadamente tentando esconder o que constitui um dos grandes segredos do Egito. É melhor para nós ignorar todas essas afirmações do que simplesmente negá-las e combate-las. Todos as nossas escavações no território da Pirâmide não conseguiram revelar quaisquer passagens subterrâneas ou salões, templos, grutas, ou qualquer coisa do tipo, exceto o templo, ao lado da Esfinge.

Foi o suficiente para a “opinião acadêmica” fazer tal declaração sobre o assunto, mas em anos anteriores, reclamações oficiais foram feitas afirmando que não havia templo, junto à Esfinge. A afirmação de que cada centímetro do território em torno da Esfinge e as pirâmides tinham sido explorados profunda e completamente foi desmentida quando o templo ao lado da Esfinge foi descoberto na areia e, finalmente, aberto ao público.

Em assuntos fora da política (e do controle) oficial, parece haver um nível oculto de censura em operação, destinado a proteger os dogmas e doutrinas de ambas as religiões orientais e ocidentais (e de que a verdade venha à luz).

LÂMPADAS perpetuamente acesas:

Apesar de descobertas surpreendentes, a verdade nua e crua é que o início da história do antigo Egito (ainda antes dos tempos dos faraós) continua em grande parte (deliberadamente ocultada) desconhecida e, portanto, território não mapeado. Não é possível, então, para dizer com precisão como quilômetros de passagens subterrâneas e câmaras sob o planalto de Gizé foram iluminadas, mas uma coisa é certa: a menos que os antigos pudessem ver no escuro, as vastas áreas subterrâneas encontradas foram de alguma forma iluminadas.




A mesma pergunta é dirigida sobre como seria feita a iluminação do interior da Grande Pirâmide, com suas escadarias, passagens, subterrâneos, criptas, etc, e os egiptólogos concordaram que tochas de fogo não foram utilizados, pois todos os tetos existentes não foram enegrecidos com qualquer sinal de fumaça residual. Pelo que se sabe atualmente sobre as passagens subterrâneas sob o platô da pirâmide, é possível determinar que existe pelo menos três milhas (4,8 quilômetros) de passagens subterrâneas e de 10-12 níveis de pisos abaixo do nível do solo. Tanto o Livro dos Mortos assim como os textos da pirâmide fazem referências marcantes para “os fabricantes de Luz”, e essa descrição extraordinária pode ter se referido a um corpo de pessoas responsáveis para iluminar a escuridão das áreas subterrâneas de seus complexos de passagens, salas e corredores.

Jâmblico deixou registrado em um relato fascinante que foi encontrado em um papiro egípcio muito antigo e retido em uma mesquita no Cairo. Ele era parte de uma história de cerca de 100 a.C. escrita por um autor desconhecido sobre um grupo de pessoas que descobriram uma entrada para câmaras subterrâneas nos arredores de Giza para fins exploratórios.

Eles descreveram a sua experiência:

“Chegamos a uma câmara. Quando entramos, ela foi automaticamente iluminada pela luz de um tubo incandescente com tamanho que situava-se à altura da mão de um homem [aprox. 6 polegadas ou 15,24 centímetros] e fino, colocado em pé em um canto. Quando nos aproximamos do tubo, ele se iluminou mais intensamente. . . Os escravos ficaram muito assustados e fugiram na direção de onde tínhamos vindo! Quando toquei o tubo de luz, ele se apagou completamente.

Fizemos todos os esforços para fazer o tubo voltar a brilhar novamente, mas ele nunca mais se acendeu de novo para fornecer luz (n.t. estes tubos foram deixados no interior da pirâmide por seres de Atlântida, ainda antes do dilúvio – 10.986 a.C. – povo que é a origem da fundação da civilização egípcia antiga). Em algumas outras câmaras outros tubos de luz funcionaram e em outros locais eles não acenderam. Nós abrimos um dos tubos e ele sangrou um líquido de cor de pérolas de prata (mercúrio) que corriam rapidamente pelo chão até que desapareceram entre as fendas entre as rochas.

Na medida que o tempo passou, os tubos de luz gradualmente começaram a falhar e os sacerdotes removeram-nos e guardaram alguns em um cofre subterrâneo que foi especialmente construído no sudeste do planalto. Foi a sua crença de que os tubos de luz haviam sido criados pelo seu amado Imhotep (sacerdote da 3ª dinastia, do faraó Zoser, um mago da Grande Fraternidade Branca), para algum dia tentar voltar a fazê-los trabalhar e fornecer luz mais uma vez.




Era prática comum entre egípcios antigos selar as lâmpadas acesas nos sepulcros de seus mortos como oferendas a seu deus ou para os defuntos poderem encontrar seu caminho para o “outro lado”, nos salões do Amenti. Entre os túmulos perto de Memphis (e nos templos brâmanes da Índia), as luzes foram encontradas funcionando e iluminando em câmaras seladas e vasos, mas quando postas à exposição súbita de ar apagavam-se ou causavam que o seu combustível evaporasse. (6)

Os gregos e mais tarde ainda, os romanos adotaram este costume, e a tradição tornou-se geralmente estabelecida, não só de lâmpadas reais acesas, mas de reproduções em miniatura feitas em terracota serem enterradas com os mortos. Algumas lâmpadas foram fechada dentro de vasos circulares para proteção, e houve casos registrados onde o óleo original foi encontrado em perfeito estado de conservação ainda dentro delas, depois de mais de 2.000 anos. Existem amplas provas de testemunhas oculares de que havia lâmpadas que estavam queimando quando os sepulcros foram selados, e foi declarado por passantes depois que eles ainda estavam queimando quando os cofres foram abertos centenas de anos mais tarde.

A possibilidade de se preparar um combustível que se renovaria ininterrupta e rapidamente na medida em que fosse sendo consumido foi uma fonte de controvérsia entre os autores medievais, e existem numerosos documentos descrevendo os seus argumentos. Após a devida consideração das evidências a mão, parecia bem dentro do leque de possibilidades que os antigos sacerdotes egípcios conheciam muito de química e fabricavam lâmpadas que queimavam, se não indefinidamente, pelo menos por consideráveis e longuíssimos períodos de tempo.

Numerosos escritos sobre o assunto destas controversas lâmpadas foram escritos, com W. Wynn Westcott estimando que o número de escritores que têm dado a consideração ao assunto somariam já mais de 150 e HP Blavatsky fala algo como 173. Enquanto existem variadas conclusões de diferentes autores, a maioria admitiu a existência das lâmpadas fenomenais. Apenas alguns sustentaram que as lâmpadas se queimavam para sempre, mas muitos estavam dispostos a admitir que elas poderiam ficar acesas durante vários séculos sem reabastecimento de combustível.



Acreditava-se que as mechas dessas lâmpadas perpétuas eram feitas de amianto trançado ou tecido, chamado pelos primeiros alquimistas “lã de salamandra”. O combustível parecia ter sido um dos produtos da pesquisa alquímica, possivelmente produzido no templo do Monte Sinai. Diversas fórmulas para a produção de combustível para as lamparinas foram preservadas, e no profundo trabalho sobre ocultismo, ÍSIS Sem Véu, a autora HP Blavatsky reimprimiu duas fórmulas complicadas de autores anteriores de um combustível que,

“Quando pronta e acesa, a lâmpada vai queimar com uma chama perpétua e você pode colocar esta lâmpada em qualquer lugar onde você queira”.

Alguns acreditam que as lendárias lâmpadas perpétuas dos templos poderiam ser astutos artifícios mecânicos, e algumas explicações bastante humorísticas foram sugeridas. No Egito, existem ricos depósitos subterrâneos de asfalto e de petróleo e querem alguns que os sacerdotes ligavam mechas de amianto por um duto secreto para um depósito de óleo, o qual, por sua vez se conectava a uma ou mais lâmpadas. Outros achavam que a crença de que as lâmpadas que queimavam indefinidamente em túmulos era o resultado do fato de que em alguns casos muita fumaça exalava das entradas de túmulos recém-abertas.

Mais tarde, foram descobertas mais lâmpadas espalhadas pelo chão, assumindo que elas eram a fonte da fumaça. Houve algumas histórias bem documentados sobre a descoberta de lâmpadas de iluminação perpétua não só no Egito, mas também em outras partes do mundo. De Montfaucon de Villars deu um fascinante testemunho da abertura do cofre de Christian Rosenkreuz. Quando os irmãos da Ordem Rosacruz entraram no túmulo de seu ilustre fundador 120 anos após a sua morte, eles encontraram uma lâmpada perpétua- brilhantemente tudo iluminando de forma suspensa no teto.

“Havia uma estátua usando uma armadura [um robô ] que destruiu a fonte de luz quando a câmara foi aberta”(7)

Isso é estranhamente semelhante ao que contam os historiadores árabes que afirmavam que autômatos (seres mecânicos) guardavam as galerias subterrâneas sob a Grande Pirâmide.

Um relato do século XVII registra outra história sobre um robô.

No centro da Inglaterra, um túmulo curioso foi encontrado contendo um autômato que se moveu quando um intruso pisado certas pedras no chão da cripta. Naquele tempo, a controvérsia do túmulo Rosacruz com a lâmpada estava no seu auge, por isso foi decidido que o túmulo era o de um alto iniciado Rosacruz. Um conterrâneo descobriu o túmulo, entrou e encontrou o interior brilhantemente iluminado por uma lâmpada pendurada no teto.

Enquanto caminhava em direção à luz, seu peso comprimiu as pedras do chão e, ao mesmo tempo, uma figura sentada vestida com armadura pesada começou a se mover. Mecanicamente, se levantou sobre seus próprios pés e atingiu a lâmpada com um bastão de ferro, destruindo-a. Quanto tempo a lâmpada ficou queimando era desconhecido, mas o relatório declarava que tinha sido por um número considerável de anos.



Acima: As notícias conforme foram publicadas sobre a descoberta de uma cidade perdida como foi relatada em um dos muitos jornais de Londres, Inglaterra, como o Sunday Express, de 7 de julho de 1935. O mundo ouviu sobre a descoberta de uma cidade “secreta” egípcia já em 1935. (n.t. mas quem escutou e procurou saber mais?)

Não incluído no artigo original da NEXUS – Outro Comentário sobre as lâmpadas perpétuas, com origem no Tibete:

No livro A CAVERNA DOS ANTIGOS – o tibetano Lobsang Rampa fala sobre este tipo de lâmpada, conforme vemos no curto excerto abaixo:

“… Uma sequência de imagens mostrava um grupo de homens concentrados planejando o que eles chamaram de “Time Capsule”(o que chamamos de “A Caverna dos Antigos”), em que eles poderiam armazenar para as gerações posteriores informações sobre modelos de suas máquinas e um registro completo e pictórica de sua cultura e da falta dela. Imensas máquinas escavaram na rocha viva. Hordas de homens instalaram os modelos e as máquinas. Vimos as esferas de luz fria içadas no lugar, inertes substâncias radioativas dando luz durante milhões de anos. Inerte no sentido de que não poderiam prejudicar os seres humanos, ativas na medida que a sua luz continuaria quase até o fim do próprio tempo.


Descobrimos que poderíamos compreender a sua linguagem, então a explicação foi mostrada, que nós estávamos obtendo a compreensão do “discurso” telepaticamente. Câmaras como esta, ou “Cápsulas do Tempo”, estavam escondidos sob as areias do Egito, em subterrâneos debaixo de uma pirâmide na América do Sul, e em um determinado ponto na Sibéria. Cada lugar foi marcado com o símbolo dos tempos por excelência: a Esfinge. Nós vimos as grandes estátuas da esfinge, que não se originaram no Egito, e recebemos uma explicação de sua forma. Os homens e os animais falavam e trabalhavam juntos naqueles dias muito, muito distantes.

Um felino era o animal mais perfeito para o poder e inteligência. O próprio homem em si mesmo é um animal, de modo que os antigos tinham a figura de um corpo de um grande gato para indicar a potência e resistência, e sobre o corpo colocavam os seios e a cabeça de uma mulher. A cabeça era para indicar a inteligência humana e a razão, enquanto os seios indicavam que o homem e o animal podem obter alimento espiritual e mental um do outro. Esse símbolo da Esfinge era então então muito comum como é hoje as estátuas de Buda, a estrela de Davi-Selo de Vishnu e o crucifixo no dia de hoje. Nós também vimos oceanos com grandes cidades flutuantes, que se moviam (navegavam) … “

Notas:
Professor Gaston Maspero, A Aurora da Civilização, 1901, p. 517
Histoire de la Magie, com base, em parte, a autoridade de Jâmblico, a partir dos mistérios, particularmente aqueles do, egípcios e caldeus assírios
Ammiani Marcellini Rerum Gestaruum Libri, Leipzig, 1875
O Sydney Morning Herald, II outubro 1994
Dr. Selim Hassan
Fama e Confissão de Rosie-Cross, trans. Thomas Vaughan, 1625
Montfaucon de Villars, A História Desviar do Conde de de Gabalis, 1714.

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Giza, Gizé, Guizé, ou Guiza é a terceira maior cidade do Egito.


guiza

A cidade de Al-Guiza, Giza ou Gizé. Capital da província Giza. Oficialmente foi fundada por cerca do século IV a.C. Provavelmente era uma pequena vila desde os antigos tempos da História Egípcia, situada no centro do caminho entre Heliópolis e Mênfis na margem ocidental do rio Nilo. A grande capital Mênfis estava a sul da cidade de Giza atual. Na realidade Mênfis era um grande centro cultural e comercial quase ao longo de todas as épocas da História Egípcia Antiga. Quando o Cristianismo floresceu no Egito, Mênfis perdeu grande parte da sua importância, tornando-se em um zona subordinada de Giza. Depois da conquista islâmica, Mênfis foi abandonada, mas Giza recebeu mais valor e foi bem-fortificada por ordens do comandante das tropas da conquista árabe Amr Ibn Al-Ass. Grandes mesquitas foram construídas em Giza, mas infelizmente, não restou nada delas.

A maior parte dessa região foi agrícola, ainda tem uma parte considerável de agricultura na província. Também foi um alvo de cheias do rio Nilo, de vez em quando ao longo da sua história especialmente na zona baixas. Por séculos Giza era apenas uma pequena cidade rodeada de vilas rurais e comunidades pequenas de agricultores e pescadores. No século XIX o governador do Egito Ismael Pasha mandou construir um grande palácio cercado de belos jardins em Giza. Entre 1889 a 1902 um anexo deste palácio foi transformado temporariamente em um museu das antiguidades egípcias descobertas na época, mas quando terminaram as obras no Museu Egípcio na praça de Al-Tahrir, localizado no centro da cidade do Cairo, a coleção desse museu em Giza foi transferida ao novo museu.

Mais tarde, os jardins do palácio foram transformadas em dois dos mais importantes jardins públicos da cidade e da região do Grande Cairo; O Jardim Botânico de Al-Orman e o Parque Zoológico de Giza. Em 1869 o Canal de Suez foi inaugurado em um ar de grandes e pomposas cerimónias na presencia do governador do Egito Ismael Bacha junto a convidados internacionais e grandes figuras, monarcas, príncipes, princesas, ministros, duques do mundo inteiro, e acima de tudo veio a imperatriz da França Eugene, a esposa do Imperador francês Napoleão III, por isso, e dentro de esquema massivo de obras públicas planejadas e realizadas, construções, reconstruções, decorações e manutenções feitas para facilitar o transporte e visitas dos altos convidados sobretudo nos sítios históricos, e assim nasceu o projeto da “Avenida das Pirâmides” em Giza. Posteriormente a região se estendeu em direção ao norte e ao oeste. Apareceram novos bairros com hotéis, restaurantes, bancos, escolas e empresas.

A princípios do século XX nasceu o projeto ambicioso da Universidade do Cairo situada na terra da cidade de Giza, considerada atualmente a Universidade Mãe não só no Egito mas também no Mundo Árabe e Africano. Depois, muitas embaixadas foram construídas na cidade, sobretudo no centro da cidade e no bairro de Duqqi. Hoje em dia e por causas geográficas e demográficas a cidade de Giza faz parte do Grande Cairo, mas administrativamente são duas províncias separadas e cada uma tem o seu prefeito: o Grande Cairo contem tudo Cairo, a maior parte de Giza junto a uma parte da província Qalyubia localizada no norte do Cairo atual. Essa região tem cerca de 20 milhões habitantes.

A maior parte dos monumentos da província de Giza é egípcia antiga (Faraônica) porque os Monumentos Islâmicos e Cristãos antigos são raros na cidade, ao contrário do Cairo que possui a maior parte dos monumentos Islâmicos no território egípcio, mas Cairo tem poucos monumentos faraônicos ou egípcios antigos. Sem dúvida, entre os mais importantes sítios históricos de Giza destacamos: Sakkara, a vasta necrópole da grande capital antiga Ménfis que contem variedades de monumentos, Pirâmides, sobretudo a Pirâmide Escalonada do rei Zoser, um grande número de Mastabas – túmulos decorados dos nobres antigos – cujos temas mostram cenas fantásticas da vida cotidiana dos antigos egípcios. O Serapeum ou seja as grandes galerias subterrâneas em que os touros sagrados (Apis) foram sepultados dentro de sarcófagos gigantes de granito. Giza também contem as ruinas da capital antiga Menfis.

Também existem outros importantes lugares históricos na província como Dahshour, Abou Sir, Atfih, Abou Rawash e o oásis de El Baharya. Mas, acima de tudo se destaca a área das pirâmides no Platô de Giza que contem grandes pirâmides de Giza Quéops, Quéfren e Miquerinos, além da Esfinge.

Localizada ao oeste do Cairo, Giza tem uma área de 85.153 quilômetros quadrados e uma população estimada em 8 milhões. Entre os mais distinguidos museus da cidade existem: O Museu Agrícola no bairro de Duqqui, O Museu da Arte Moderna, o Museu de M. Mahmud Khalil, localizado na avenida de Murad em Duqqui, e o Museu de Imhotep em Sakkara. Atualmente o Ministério de Cultura está construindo o Novo Grande Museu Egípcio ao lado das pirâmides de Giza, que vai ser o maior do Egito e África.

SAIBA ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE A CULTURA E OS COSTUMES ATUAIS NO EGITO


1. A República Árabe do Egito (nome oficial) é um país do norte da África que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um estado transcontinental.



2. Banhado pelos mares Mediterrâneo e Vermelho, sua capital é a cidade do Cairo.

3. O Egito é uma república desde 18 de Junho de 1953.

4. “Bilady, Bilady, Bilady” (Minha Pátria, Minha Pátria, Minha Pátria) é o hino nacional do Egito, composto por Sayed Darwish.

5. As produções cinematográficas egípcias não mostram sequer beijos. Filmes americanos, às vezes, mostram alguns beijos, mas as cenas mais fortes são cortadas.

6. Enquanto, nas ruas, é proibido o beijo entre casais, para não despertar “imaginações impuras”, é comum o beijo entre os homens: três beijinhos na face, às vezes bem molhados.

7. Existe o costume egípcio de os homens andarem de mãos e braços dados. Às vezes, unidos só pelos dedos mindinhos.

8. Antes da ocupação francesa, todos os egípcios usavam barba e bigode. Como os franceses tinham o rosto escanhoado, o antigo costume começou a cair em desuso, embora com alguma resistência.



9. A mulher muçulmana casada, no Egito, não mostra seus cabelos a não ser para o marido e pessoas da família.

10. É comum mulheres, as mais ricas, usarem uma penca de pulseiras de ouro em cada braço. O ouro tem, para elas, a função de uma caderneta de poupança.

11. Mesmo as meninas e senhoras mais pobres não deixam de usar suas jóias. Às vezes estão mal vestidas, de chinelos e pés sujos, porém exibindo seu reluzente patrimônio.

12. O uso ostensivo de jóias no Egito é possível pela inexistência de assaltantes. A lei é rigorosa e existe a pena de morte.



13. As mulheres usam vestidos muito enfeitados, sapatos cheios de cores e brilhos, pulseiras de ouro em cada braço, brincos enormes e colares de proporções faraônicas. Os homens também usam camisas e blusas enfeitadas, sapatos floridos, às vezes na cor vermelha berrante ou rosa.

14. Os táxis andam enfeitados, muitos parecendo uma árvore de Natal ambulante, com luzes piscando e buzinas melódicas.

15. Os muçulmanos não podem ingerir bebida alcoólica. Eles tomam uma cerveja sem álcool, de marca Stella, que pode ser encontrada em todos os cantos do país. Essa cerveja não tem gosto de nada e só desce bem depois de atravessar o deserto, durante um dia inteiro, sem beber água.



Postagem deste mesmo blog em  15.02.2013

terça-feira, 21 de abril de 2020

Cairo, a caótica e interessante capital do Egito

Cairo é uma cidade diferente, podemos até dizer pitoresca. Mas, não é para menos, pois a capital de um país como o Egito, não poderia deixar de ser interessante e inusitada ao mesmo tempo.


O Egito é um país de muitos contrastes, que são causados por diferentes fatores como religião, desigualdade social e cultura. O Cairo absorve tudo isso e ainda mescla com o desenvolvimento e o caos de uma grande metrópole. O resultado disso é uma cidade única, que nem sempre agrada ao turista, mas que com certeza o instiga a mergulhar em um microcosmo diferente.

Estação Ferroviária Ramses – Foto: Mark Fischer (CC BY-SA 2.0)

Cairo é uma grande metrópole de oito milhões de habitantes, por isso não é apenas a maior cidade do Egito, como também a maior cidade da África e do mundo árabe. Isso sem considerar a região metropolitana de Cairo, que possui 24 milhões de habitantes.

Assim, a cidade possui as mesmas dificuldades enfrentadas por toda metrópole, como trânsito e poluição. Só que no Cairo esse problema é muito maior do que você imagina. O trânsito é completamente caótico e a poluição visível e perturbadora. Porém, antes de aprofundarmos no Cairo atual, falaremos um pouquinho de como a cidade se tornou essa megalópole.

Foto: Simon Matzinger (CC BY 2.0)

História

O Egito é o berço de uma das civilizações mais antigas e fascinantes do mundo. Afinal, quem nunca estudou o período faraônico na escola? Entretanto, ao contrário do que muitos imaginam, Cairo não foi fundada nesse época, mas no século X pelo Califado Fatímida. No século XII, a cidade passou a ser a capital desse califado e foi quando começou a crescer. No século XIV, Cairo possuía uma população de meio milhão de habitantes, sendo a maior cidade a oeste da China.

Cidadela de Cairo

No século XVI, a região foi dominada pelo Império Otomano e o Cairo perdeu importância. Depois de várias invasões como a de Napoleão, o Egito ficou independente no século XIX. Porém, nesse mesmo século houve a ocupação britânica, de 1882 a 1952. Durante esse período, a população cresceu consideravelmente, de 350 mil habitantes para 1,3 milhão. Entretanto, o maior crescimento aconteceu após a fundação da República Egípcia, em 1952. Cairo, que já era o centro comercial, se tornou também um polo industrial.

Hoje em dia, a cidade não é apenas um centro econômico, mas cultural. Muitas pessoas consideram Cairo a capital cultural do mundo árabe.Al-Tannoura Dance Troupe – Foto: Nadia Ismail (CC BY-NC 2.0)
Cultura

Para vivenciar a cultura do Cairo você não precisará de grande esforço. Apenas andar pelas ruas do centro e se perder pelas inúmeras ruas do Bazar Khan el Khalili, já é suficiente para sentir o clima da cidade. De repente, você pode se surpreender com noivos passando pelas ruas e seus amigos gritando como na novela “Caminho das Índias”. Ou então, observar e tentar entender as roupas tradicionais masculinas que parecem pijamas. Para quem deseja ter uma visão mais política, pode conversar com os locais e descobrir seus pontos de vistas e visões sobre a Primavera Árabe, sobretudo porque eles acreditam que é um movimento que ainda dará mais frutos.

Noivos passeando pelo Bazar Khan al Khalili

Não digo que o clima será sempre agradável, muito menos que as ruas serão bonitas ou limpas, contudo, é uma cultura interessante de se apreciar. Sobretudo para o turista mais observador, já que a essência cultural estará meio perdida entre a ocidentalização e o cosmopolitismo da cidade.Foto: Procsilas Moscas (CC BY 2.0)

Culinária. Não podemos deixar de falar da parte gastronômica. O Egito possui uma culinária interessante e você encontrará quase todos os pratos típicos no Cairo. A cidade é um ótimo local para você experimentar novos paladares. Principalmente, porque o Egito é barato e você pode comer bem gastando pouco. Se destaca entre os pratos típicos o Koshary, uma mistura de arroz com lentilhas, macarrão, grão de bico e molho de tomate. Esse é o prato mais típico do país e também o mais barato. Não é vendido em qualquer restaurante e nos restaurantes que o vendem, costumam vender só isso! Paguei R$1,50 no prato médio de Koshary no Restaurante El Tahrir, próximo a Praça Tahrir.


Koshary do Restaurante El Tahrir


Clima

Ao contrário do sul do Egito, Cairo não é uma cidade tão quente. No verão, que vai de junho a setembro, as temperaturas podem passar dos 30°C. Já no inverno, as temperaturas são mais amenas e pode até fazer frio. A temperatura varia muito ao longo do dia; no inverno ela pode variar de 23°C durante o dia até 10°C durante a noite.

Cairo vista da Cidadela



EGITO HOJE É O 2º MAIOR PAÍS DA ÁFRICA

Homus Religius Around the World: Diário de viagem: o Egito atual

Egípcios atuais herdaram dos antigos o prazer de fazer filhos. A população explodiu e a capital virou um inferno

Hoje o país se chama República Árabe do Egito. É o segundo mais populoso da África, com 80 milhões de habitantes. Alexandria ainda é uma cidade importante, mas a capital é Cairo – sua região metropolitana tem 16 milhões de habitantes, um trânsito infernal e problemas de infra-estrutura. A religião oficial é o islamismo. Segundo dados do governo, 90% dos egípcios são muçulmanos sunitas, menos de 1% são muçulmanos xiitas e 8% são cristãos.

Em 7 de setembro de 2005 foi realizada a primeira eleição presidencial da história do país, na qual concorreram dez candidatos. Hosni Mubarak venceu com 88,6% dos votos. Os opositores reclamaram de fraudes descaradas. Mubarak está no governo desde 1981. As próximas eleições presidenciais estão marcadas para 2011.

Em seu contorno atual, o Egito faz fronteira com a Líbia a oeste, o Sudão a sul e Israel a nordeste. O país controla o estratégico canal do Suez, que liga o Mediterrâneo ao mar Vermelho. A economia é baseada nas reservas de ferro, petróleo e gás natural. A agricultura (cana-de-açúcar, trigo, milho, tomate, laranja e algodão) ocupa 40% da população e gera 20% do Produto Interno Bruto (PIB), de 200 bilhões de dólares.

Ao sangue dos egípcios antigos misturou-se o de árabes, gregos, romanos e turcos. Dos ancestrais, herdaram o prazer de pôr crianças no mundo. Por causa da alta taxa de natalidade, são obrigados a importar produtos dos Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Alemanha. A expectativa de vida saltou para 68,8 anos (homens) e 73,9 anos (mulheres).


Eles nos deixaram uma rica herança

Além das grandiosas obras de engenharia e arquitetura, os antigos egípcios criaram o calendário, a pasta de dentes, a operação no cérebro e até palavras que usamos no Brasil. Apesar de todo o mistério que cerca grande parte dos feitos dos antigos egípcios, algumas realizações, descobertas e hábitos daquele povo estão hoje entre nós. Um dos mais manjados é o calendário. Eles já dividiam o dia em 24 horas e o ano em 365 dias e em 12 meses. As pirâmides foram incorporadas ao esoterismo e à arquitetura contemporânea. Estão presentes na entrada do Museu do Louvre, em Paris, e no hotel Luxor, em Las Vegas. O obelisco, que eles consideravam um raio de sol petrificado, enfeita praças de várias metrópoles do mundo – Buenos Aires, Washington, Paris (um autêntico obelisco do Egito antigo) e até São Paulo. 

Também eram feras em matemática, geometria, cosmetologia, perfumaria, farmacologia e medicina Já usavam pasta e escova de dentes. Teriam sido os primeiros a descobrir as propriedades dos triângulos. Conheciam o corpo humano como ninguém. Criaram técnicas e aparelhos cirúrgicos – faziam até operações no cérebro. Desenvolveram comprimidos, anticoncepcionais, testes de gravidez, supositórios, pomadas, gargarejos e banhos terapêuticos. Cometeram alguns erros, como achar que as mulheres podiam engravidar por via oral. Graças à religião, desenvolveram o conceito de conduta ética para garantir o direito a uma boa vida no além. A morte e ressurreição do deus Osíris lembra os relatos da morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

Sacerdotes egípcios praticavam a circuncisão e dedicavam alguns dias do ano ao jejum, elementos presentes no judaísmo e no islamismo. Palavras como alquimia, saco, química, papel e girafa têm origens na língua egípcia. A expressão “arranca-rabo” vem de Portugal, mas é baseada em um hábito egípcio. Eles cortavam o rabo do cavalo dos inimigos como troféu em caso de vitória. O papiro, lâmina porosa feita com a planta de mesmo nome, foi o precursor do papel que você tem nas mãos neste momento.

FONTE: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/acervo/egito-hoje-2o-maior-pais-africa-435402.phtml

Serapis Bei

  Serápis Bei Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Serápis Bei , [ 1 ]   Ápis ,  Asar-Ápis  ou ainda  Osíris-Ápis [ 2 ]  era originalmen...